Entrevista - Helena Rodrigues
- Editora Nova Geração

- 23 de mai.
- 4 min de leitura

vão sentir de tudo um pouco, tal e qual o personagem principal
O que te inspirou a escrever este livro (eventos, livros, filmes, pessoas, momentos, músicas,
etc)?
Sempre fui fascinada pelo mundo dos famosos, então o tema sempre esteve comigo. Mas a
ideia surgiu quando fiquei obcecada com uma banda em específico. A partir daí desenvolvi
toda a ideia.
Que livros consideras próximos do teu (ou seja, livros do mesmo estilo/tema/género)?
Não que o tema da história seja igual ou parecido, mas acho que no que toca ao romance,
pode fazer lembrar o fenómeno Heated Rivalry. Fora isso, sei que este ano vai sair um livro
com uma premissa semelhante (mas não foi propositado), é o Silver Sweet das autoras
Krista e Becca Ritchie.
Descreve o teu livro em poucas palavras. Um pitch rápido para quem nunca ouviu falar do
livro.
É um livro viciante, para quem gosta de música e coisas fora da caixa. Vão sentir de tudo
um pouco, tal e qual o personagem principal, River Anderson.
Conheces os testes Meyers-Brigss? Se sim, que personalidade atribuis aos teus
personagens? Se não conheces, que signos lhes atribuis?
Conheço, mas honestamente não percebo nada. Agora signos são a minha praia. Eu diria
que o River é Escorpião e o Tyler é Capricórnio.
A minha autora favorita é a Alice Kellen, mas Tudo o que nunca fomos é o livro que mais gosto dela
Curiosidades que queiras partilhar sobre o processo, os personagens, o universo?
Saiu-me tudo de maneira muito natural, mas na altura em que comecei a escrever, foi
também quando saiu um documentário da Selena Gomez, e lembro-me que me inspirou
muito, porque muitas das coisas sobre as quais ela fala, eu sinto que o River se identificaria
com elas. Então, acabei por aproveitar certas situações e desabafos da atriz para o meu
próprio personagem.
Quais são as idades dos personagens?
Então, o River tem 21 anos e o Tyler tem 23.
Consegues fazer uma micro biografia de cada um dos personagens principais? Uma
coisinha mesmo curtinha, ainda mais do que a do livro.
O River adora tocar instrumentos e criar novas músicas. Prefere café e viver a vida de
forma humilde.
O Tyler não faz grandes planos. A bateria é o seu sonho. Bebe chá e pensa demasiadas
vezes no River.
E tens referências de atores/cantores/etc que tenhas usado para os personagens?
As referências que usei para os membros da banda foram os próprios membros da banda
Why Don’t We.
Tens uma playlist que possas partilhar? Seja a banda sonora do livro, ou apenas a
tua banda sonora enquanto a escrevias.
Sobre ti:
Quais são os teus autores e os teus livros favoritos? Porquê?
A minha autora favorita é a Alice Kellen, mas Tudo o que nunca fomos é o livro que mais
gosto dela. Uma Pequena Vida tornou-se o livro da minha vida este ano; também adoro
Tia Williams e o meu favorito dela é Sete Dias em Junho. E, por fim, um dos meus livros
favoritos é The Wicked Deep da autora Shea Ernshaw.
E sabor de gelado?
Neste momento pistácio.
planeia o teu livro, com o máximo de pormenor possível
Uma série ou filme que estás sempre a recomendar às pessoas.
Recomendo muito a série Interview with the Vampire, bem como Band of Brothers. Em
relação a filmes, os meus favoritos são Titanic, Interstellar, Été 85, AVATAR e
Sleepers.
O que está na tua TBR neste momento?
Caótica. Nem vou dizer o número, se não assustam-se.
Como é o sítio onde tu escreves? É o teu espaço ideal? Se não, como gostarias que fosse?
Não é exatamente o espaço ideal, mas é o mais confortável para mim ahah. Escrevo
essencialmente no sofá, com uma manta nas pernas e é como me sabe melhor.
Descreve o teu dia de escrita perfeito.
O meu dia de escrita perfeito seria a escrever de manhã à noite e acabar com o total de 5
mil palavras escritas ahaha
Esta é para os aspirantes a escritores: que dica de escrita é que tu juras que resulta
mesmo?
Acho que a melhor dica é: planeia o teu livro, com o máximo de pormenor possível. Eu não
era esse tipo de pessoa e o que acontecia é que ficava com bloqueios, e inevitavelmente
criava plot holes. Mas desde que comecei a planear capítulo a capítulo, tudo se tornou mais
fácil. Não planeio tudo de uma vez, mas dou sempre margem para o que estou a escrever,
e à medida que a história vai avançando, eu vou decidindo o que quero que aconteça.
Completa a frase da forma mais criativa que conseguires: Para mim, escrever é…
Para mim, escrever é ir de encontro a mim mesma.
Publicar era um sonho teu?
Sem dúvida. Lembro-me de ter 15 anos, estar a escrever o primeiro livro com uma amiga e
dizer para mim mesma «Um dia vou publicar isto!».
Quantos livros já escreveste, excluindo o(s) publicado(s)?
Se não incluirmos os publicados, escrevi mais 4, acho.
Com que idade descobriste a escrita?
Eu comecei a escrever mal aprendi, portanto aos 6 anos. Usava o caderno dos trabalhos de
casa e escrevia pequenas histórias. Não muito tempo depois, comecei a escrever um diário,
que até hoje escrevo.
Que expressão idiomática é que usas mais?
Enquanto escritora ou enquanto Helena? Não me estou a lembrar de nenhuma ahah.
Qual é a tua palavra favorita? E a menos favorita?
A minha palavra favorita é «efémero», e a que menos gosto é «borrona» ahah não que vá
usá-la na escrita, mas é uma palavra horrível!
Que tipo de livros mais gostas de ler?
Gosto de ler de tudo um pouco e depende do que estou a sentir no momento. Os livros que
mais me tocam são normalmente de ficção literária, mas adoro romances fofinhos, fantasia,
thrillers. O meu guilty pleasure são romances MM, bem spicy.
Livros da Autora








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